Pais & filhos juntos na lista de Fachin
Pais & filhos juntos na lista de Fachin
Pais & filhos juntos na lista de Fachin
Pais & filhos juntos na lista de Fachin

Lula e Luis Cláudio Lula da Silva
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), 71 anos, é acusado de pedir ajuda da Odebrecht para alavancar a empresa Touchdown, que organiza jogos de futebol americano, de seu filho caçula, Luis Cláudio Lula da Silva, 32 anos. Serão investigados pela Justiça Federal do PR.
Romero Jucá e Rodrigo Jucá
O pai, 62 anos, cacique do PMDB e líder do governo no Senado, teria pedido e recebido R$ 150 mil da Odebrecht para facilitar a aprovação de leis; o dinheiro teria sido doado à campanha eleitoral do filho, 35 anos, que era candidato a vice-governador de Roraima (não se elegeu).
Robinson Faria e Fábio Faria
O pai, governador do Rio Grande do Norte, e o filho, deputado federal, ambos pelo PSD, receberam R$ 350 mil da Odebrecht Ambiental para campanha eleitoral em troca de favorecimento em projetos de saneamento básico no estado; eles têm a menor diferença de idade entre os pais e filhos na lista: 57 e 39 anos.
José Agripino Maia e Felipe Maia
O senador, 71 anos, um dos caciques do DEM, e o filho, 37, que é deputado federal pelo mesmo partido, tiveram a investigação pedida pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, mas o ministro Edson Fachin, do STF, pediu mais informações à PGR antes de decidir.
Wilson Siqueira Campos e Eduardo Siqueira Campos
José Wilson Siqueira Campos, ex-governador do Tocantins (sem partido), e Eduardo, deputado estadual pelo DEM, foram citados na delação da Odebrecht, mas o pai já havia sido alvo de condução coercitiva na Operação Ápia (desvios do BNDES) e o filho na Operação Acrônimo (lavagem de dinheiro em campanhas eleitorais).
Maguito Vilela e Daniel Vilela
Ex-governador e ex-senador de Goiás, Maguito Vilela (PMDB), 68 anos, teria recebido R$ 500 mil da Odebrecht via caixa dois para sua campanha vitoriosa a prefeito de Aparecida de Goiânia; já seu filho, 33 anos, também do PMDB, teria se beneficiado de R$ 1 milhão do "departamento de propina" da empreiteira na campanha vitoriosa a deputado federal